terça-feira, 10 de abril de 2012

Feedback

FEEDBACK E DESENVOLVIMENTO INTERPESSOAL
Nos grupos de treinamento, o coordenador é um educador que orienta o grupo para a aprendizagem de um material de estudo muito especial: o próprio grupo, suas características de constituição e funcionamento. Através desse estudo, o indivíduo, como membro desse grupo, é levado a estudar também seu próprio papel, sua personalidade e atuação, e seu significado ou conseqüências para os demais membros e o grupo como um todo.

O desenvolvimento interpessoal passa a ser uma necessidade de desenvolvimento organizacional e social. Sendo a pessoa o subsistema principal da organização, este sistema e o macrossistema social dependerão do funcionamento efetivo do primeiro, em seu contexto habitual - o grupo humano.
O desenvolvimento interpessoal pode ser orientado para três níveis de conseqüências: o individual, o grupal e o organizacional.
No nível individual, o foco predominante é intrapessoal e interpessoal, na forma de díade (par ou grupo de 2). Trabalham-se as motivações, os objetivos pessoais, a problemática de inter-relação, de afetividade e intimidade. Procura-se obter autoconhecimento e conscientização, habilidades de percepção, diagnose e comunicação para expressão verbal e emocional, para dar e receber feedback. O indivíduo que se conhece e aceita pode fazer opções mais realísticas de mudanças pessoais e preservar sua autenticidade.

No nível grupal, o foco é interpessoal, intragrupal e grupal, examinado-se os eventos de díade (par ou grupo de 2), subgrupos e grupo total. Trabalham-se as motivações e objetivos comuns ao conjunto e a vários subconjuntos, bem como a problemática do poder, da autoridade controle e influência social. Procura-se aperfeiçoar habilidades de comunicação efetiva, de dar e receber feedback, e diagnosticar e administrar conflitos, de liderança e participação em grupo. Se a competência interpessoal é alcançada nesse nível, os membros do grupo podem dispor-se a trabalhar em equipe de forma real e não apenas no rótulo.

No nível organizacional o foco predominante é o sistema - a organização toda. Trabalham-se as motivações e objetivos individuais, grupais e organizacionais, e problemática de diferenciação e integração de subsistemas. Procura-se ampliar e aperfeiçoar a capacidade de trabalho em equipe, de diagnóstico e administração de conflitos intergrupais, a competência interpessoal de comunicação interdependência e integração. Nesse nível, o DI é orientado para interdependência de subsistemas e trabalho em equipe e para o desempenho organizacional como um todo.
A competência interpessoal é um processo de qualificação profissional primordial para funções de liderança e outras funções de predominância de intercâmbio social.
A Comunicação Interpessoal - Dar e Receber Feedback
Um bom exemplo é a Janela de Johari - idealizada por Joseph Luft e Harry Ingham em 1961 que representa as áreas da personalidade, percepção de um indivíduo em relação a si mesmo e aos outros. Ilustra as relações interpessoais e os processos de aprendizagem em grupo.



Conhecido pelo EU
Não conhecido pelo EU
Conhecido pelos outros
Não conhecido pelos outros

Eu aberto
Eu cego
Eu secreto
Eu desconhecido


"Eu Aberto" - nosso comportamento mais comum, é conhecido por nós e por qualquer um que nos observe. Ex, nossas características, maneira de falar, atitude geral, habilidades, etc.
"Eu Cego" - são características que geralmente não estamos cientes e que são percebidas facilmente pelas outras pessoas.
"Eu Secreto" - são as coisas referente a nós mesmos que conhecemos mas que escondemos dos outros - podem ser de grande importância ou mesmo assuntos irrelevantes.
"Eu desconhecido" - são coisas que não temos consciência e nem os outros tem conhecimento.
No "Eu secreto" e no "Eu cego" que podem haver modificações quando de indivíduos trabalhando juntos, experimentalmente , com espírito de cooperação e compreensão.
OBS. Qualquer modificação em um dos quadrantes provoca mudanças em todos os demais. A insegurança diminui a lucidez e a confiança recíproca faz aumentá-la.
                                      

Há dois fatores que regulam o fluxo interpessoal que determinam o tamanho de cada quadrante na Janela de Johari:
a) Busca de feedback e auto exposição - são eles que propiciam um desenvolvimento individual e de competência interpessoal - ver-se com os olhos dos outros, isto é, solicitar e receber respostas/reações dos outros, em termos verbais e não verbais para conhecer como o seu comportamento está afetando os outros.

b) Auto-exposição - significa dar feedback aos outros, revelando seus próprios pensamentos, percepções e sentimentos de como o comportamento dos outros o está afetando.
O desequilíbrio da Janela de Johari pode apresentar-se no sentido vertical ou no sentido horizontal, quando um deles é preferido em detrimento do outro haverá conseqüências prováveis em termos de reações emocionais negativas e disfuncionalidade da dinâmica interpessoal.
ESTILOS INTERPESSOAL
a) Estilo Interpessoal I - "Eu desconhecido" - predomínio da área desconhecida, criatividade reprimida - relacionamento praticamente impessoal. A pessoa parece ter uma carapaça exibindo comportamentos rígidos, ficando retraída e observando mais do que participando. Este estilo parece estar relacionado a sentimentos de ansiedade interpessoal e busca de segurança. Este estilo tende a gerar hostilidade nos outros, pois a falta de relacionamento é, geralmente interpretada em função das necessidades das outras pessoas. Normalmente este estilo é encontrado nas organizações burocráticas, onde é até conveniente evitar abertura e envolvimento.
b) Estilo Interpessoal II - "Eu secreto" - Sua característica principal é perguntar muito sobre si mesmo, como as outras pessoas o percebem, o que acham de suas idéias e atos, tem muita necessidade de receber feedback. Porém ao mesmo tempo indica pouco desejo de expor-se. Sua diferença principal em relação ao estilo I é a vontade expressa de manter relações com nível razoável de participação no grupo, através de pedidos freqüentes de feedback. Quanto mais utilizado o processo de solicitar feedback e menos o de auto-exposição, mais aumenta e se consolida o eu secreto - neste estilo a pessoa pode ser vista como superficial e distante. Entre as inúmeras razões para isto, está a concepção de julgamento negativo de sua pessoa. No trabalho pode ocorrer um clima de permissividade indevida ou excessiva, em que todos opinam e dão feedback ao superior, sem que este complemente o processo com auto-exposição, o que tende a ser disfuncional da comunicação, gerando tensões e sentimentos negativos.

c) Estilo Interpessoal III - "Eu cego" - O indivíduo utiliza intensamente o processo de auto-exposição e muito pouco o de solicitar feedback. Sua participação no grupo é atuante, dando informações mas solicitando pouco. Pode ser percebido como egocêntrico, com exagerada confiança nas próprias opiniões e valorizando sua autoridade. Este estilo acaba por ampliar o "eu cego", pois os outros passam a sonegar informações importantes. As razões para a não solicitação de feedback está no receio de conhecer sua imagem pelos outros, necessidade de não perder poder, autoritarismo, etc. No trabalho este estilo prejudica a produtividade pelos ressentimentos, hostilidades, e finalmente apatia decorrentes do processo, afastando a confiança mútua e a criatividade.


d) Estilos Interpessoal IV - "Eu aberto" - Caracteriza-se pelo equilíbrio de busca de feedback e de auto-exposição, O comportamento da pessoa é claro e aberto para o grupo, provocando assim menos erros de interpretação por parte dos outros. O objetivo principal dos processos de busca de feedback e auto-exposição consiste em movimentar informações das áreas cega e secreta para a área livre, onde serão úteis a todos.


IMPORTÂNCIA DO FEEDBACK NAS RELAÇÕES INTERPESSOAIS
Feedback é um termo da eletrônica significando retroalimentação, pode ainda significar o comportamento de um objeto que é controlado pela margem de erro à qual o objetivo está sujeito, ou no comportamento humano e nas relações interpessoais - pode-se considerar que todo o comportamento dirigido para um fim requer feedback . Para alcançar um objetivo, alguns sinais do objetivo são absolutamente necessários, em algum momento, para orientar o comportamento.
No processo de desenvolvimento da competência interpessoal, feedback é um processo de ajuda para mudança de comportamento, é comunicação a uma pessoa ou grupo, no sentido de fornecer-lhe informações sobre com sua atuação está afetando outras pessoas. Feedback eficaz ajuda o indivíduo (ou grupo) a melhorar seu desempenho e assim alcançar seus objetivos.
O Feedback precisa ser:
- Descritivo ao invés de avaliativo - sem julgamento, apenas o relato de um evento.
- Específico ao invés de geral - quando se diz a alguém que ele é "dominador" isto tem menos significado do que indicar seu comportamento numa determinada ocasião. "nesta reunião você não ouviu a opinião dos demais e fomos forçados a aceitar sua decisão para não receber suas críticas exaltadas..."
- Compatível com as necessidades - de ambos, comunicador e receptor, pode ser altamente destrutivo quando satisfaz somente às necessidades do comunicador sem levar em conta as necessidades do receptor.
- Dirigido - para comportamentos que o receptor possa modificar, pois em caso contrário a frustração será apenas incrementada se o receptor reconhecer falhas naquilo que não está sob seu controle mudar.
- Solicitado ao invés de imposto - será mais útil quando o receptor tiver formulado perguntas que os que o observam possam responder.
- Oportuno - em geral o feedback é mais útil o mais próximo possível após o comportamento em questão, dependendo naturalmente do clima emocional, etc.
- Esclarecido para assegurar comunicação precisa - um modo de proceder é fazer com que o receptor repita o feedback recebido pra ver se corresponde ao que o comunicador quis dizer.
Os insucessos freqüentes na comunicação interpessoal tem indicado, entretanto, que estes requisitos, embora compreendidos e aceitos intelectualmente, não são fáceis de serem seguidos, tanto no processo de dar feedback quanto no de receber feedback.
Porque é difícil receber feedback?

É difícil aceitar nossas ineficiências e ainda mais admiti-las para os outros publicamente. O receio do que a outra pessoa pensa a nosso respeito, o que isto poderá afetar nosso status ou imagem. Podemos também ter reações defensivas.

Porque é difícil dar feedback?
Gostamos de dar conselhos e com isso sentimo-nos competentes e importantes, mesmo quando não temos a competência técnica para fazê-lo. Daí o perigo de pensar no feedback como forma de demonstrar nossa inteligência e habilidade, ao invés de penar na sua utilidade para o receptor e seus objetivos. Podemos reagir somente a um aspecto do que vemos no comportamento do outro, dependendo de nossas próprias motivações, e com isto tornamo-nos parciais e avaliativos, servindo o processo de feedback como desabafo nosso ou agressão, velada ou manifesta. Ou podemos achar que por termos dado um retorno, nossa percepção o outro precise seguir nosso "conselho", fazer o que queremos, ou nos ressentimos.
Podemos também temer as reações dos outros - sua mágoa, sua agressão, etc. isto é, que o feedback seja mal interpretado. Outra situação é que muitas vezes a pessoa não está preparada psicologicamente para receber feedback ou não deseja nem sente sua necessidade, e se insistirmos no feedback a pessoa poderá duvidar dos nossos motivos para tal, negar a validade dos dados, racionalizar procurando justificar-se etc.
Como superar as dificuldades
1) Estabelecendo uma relação de confiança recíproca para diminuir as barreiras.
2) Reconhecendo que feedback é um processo de exame contínuo.
3) Aprendendo a ouvir, a receber feedback sem reações emocionais (defensivas)
4) Aprendendo a dar feedback de forma habilidosa, sem conotações emocionais.
Todos nós precisamos de feedback, tanto do positivo quanto do negativo, precisamos saber o que estamos fazendo de forma adequada e o que não estamos fazendo de forma adequada para tentarmos corrigir.
Feedback de grupo
O grupo também necessita receber informações sobre o seu desempenho. Saber se a atmosfera é defensiva, se há muita rigidez nos procedimentos, se está fazendo subutilização de pessoas e de recursos, qual o grau de confiança no líder e outras informações sobre seu nível de maturidade como grupo.
Os mesmos problemas envolvidos no feedback individual estão presentes no de grupo.

O grupo pode receber feedback de:

a) membros atuando como participantes-observadores;
b) membros selecionados para desempenhar uma função específica de observador para o grupo.
c) consultores externos ou especialistas que vêm para fazer observações, valendo-se de perspectivas mais objetivas.
d) formulários, questionários, folhas de reação, entrevistas.
Dar e receber feedback constitui, portanto, uma das habilidades interpessoais imprescindíveis ao funcionamento produtivo de um grupo humano em qualquer contexto.

Habilidades de comunicação a serem desenvolvidas
O desenvolvimento de competência interpessoal exige a aquisição e o aperfeiçoamento de certas habilidade de comunicação para facilidade de compreensão mútua.
Paráfrase = consiste em dizer, com suas próprias palavras, aquilo que o outro disse, isto é, mostra ao outro o significado do que você apreendeu do que ele disse. Uma paráfrase neutra constitui um autêntico feedback para o emissor da mensagem. Por exemplo "será isto ...a correta expressão de sua idéia? Ou então "será isto.... um exemplo do que você disse?
Da paráfrase decorrem dois benefícios principais:
a) aumento de precisão da comunicação e, consequentemente, de compreensão mútua ou compartilhada.
b) O ato de paráfrase em si transmite um sentimento: seu interesse no outro, sua preocupação em ver como ele vê as coisas.
Antes de concordar ou discordar com uma afirmação, você deve assegurar-se de que está respondendo à mensagem que o outro enviou. A paráfrase é uma das maneiras de testar a compreensão da mensagem antes de reagir a ela.
Descrição de comportamento - consiste em relatar as ações específicas, observáveis, dos outros, sem fazer julgamentos ou generalizar seus motivos, ou traços de personalidade. É possível informar aos outros a que comportamento você está reagindo através de descrição bastante clara e específica.
A habilidade de descrever comportamentos exige o relato de ações observáveis sem:
a) colocar-lhes um julgamento de valor como certo ou errado, bom ou mau, devido ou indevido, capaz ou incapaz, que pratique ou não pratique algo, etc...
b) fazer acusações ou generalizações sobre os motivos, atitudes ou traços de personalidade da outra pessoa.
Por mais errado que esteja o outro, isto NUNCA se justifica.

Isto é, evitar descrever características pessoais e intenções, ou interpretar o comportamento da outra pessoa.
NUNCA devemos dizer o que a pessoa esteja sentindo, pensando ou tendo intenção, pois estaríamos falando por ela.
Estaríamos usando leitura mental, pressupondo. Devemos perguntar e checar nossas percepções e intuições.
NUNCA devemos dizer - Você me agrediu, mas sim: - Eu me senti agredido quando você disse que...
Não temos o direito de dizer: - Você de humilhou, mas sim: - Eu me senti humilhado, quando você...
Uma troca de idéias ou um debate deve se manter dentro dos limites do Metamodelo de linguagem da PNL:
Em outras palavras, devemos ser claros e evitar omissões, generalizações e distorções.
Qunado o parceiro ultrapassar os limites do metamodê-lo, devemos desafiá-lo usando suavizadores, com rapport.
Se se perder o rapport então o diálogo deixa de ser produtivo e passa a ser desabafo sem propósito de auxiliar.

Verificação de percepção

Consiste em dizer sua percepção sobre o que o outro está sentindo, a fim de verificar se você está compreendendo também seus sentimentos, além do conteúdo das palavras.


A comunicação se realiza através de vários canais concomitantes cujos sinais precisam ser captados para que as mensagens tenham significado total. Entender as idéias, preocupar-se em como o emissor está se sentindo ao enviar as mensagens e ao perceber como estão sendo recebida. Muitas vezes o emissor não está consciente dos sinais não verbais que emite e que transmitem mensagens emocionais que podem facilitar perturbar ou contradizer as mensagem verbal principal.

BIBLIOGRAFIA: DESENVOLVIMENTO INTERPESSOAL - FELA MOSCOVICI

segunda-feira, 5 de março de 2012

Autodesenvolvimento

O desafio de reter talentos

– /
*Por Timothy Altaffer

As grandes empresas são formadas por profissionais competentes, mas que no fundo são seres humanos movidos por vontades, desejos e sonhos. E são estas pessoas que constroem, fortalecem e fazem as grandes companhias crescerem e se desenvolverem.

Porém, as diversas e atraentes ofertas no mercado fazem muitas vezes as empresas perderem seus profissionais mais talentosos. E isso tem tirado o sono das lideranças e, principalmente, da área de recursos humanos.

O problema é que, bem objetivamente, as organizações e seus líderes ainda não valorizam, de fato, suas pessoas. Um reconhecido estudo, o Leadership Quarterly, publicado pela Universidade do Estado da Flórida, revelou que 39% dos trabalhadores ouvidos disseram que o seu supervisor não consegue cumprir promessas; 27% afirmaram que o seu supervisor também fez comentários negativos sobre eles para os outros funcionários ou gerentes; outros 24% indicaram que o seu chefe invadiu sua privacidade; e 23% disseram que seu supervisor culpava os outros para encobrir erros pessoais ou minimizar o embaraço.

A realidade do mercado brasileiro, pela minha experiência, é também em essência muito parecida com a desse estudo. Os funcionários não deixam as companhias - eles deixam, na realidade, os chefes ruins. Ou seja, realizar uma comunicação efetiva com os empregados deve ser uma tática fundamental para manter a saúde da organização.

Então, qual seria enfim o pulo do gato para se reter talentos? Esta é a grande indagação do momento entre os líderes.

No meu entendimento, as companhias e os grandes empresários precisam urgentemente saber identificar os pontos falhos do ambiente de trabalho e da empresa, para entender porque seus profissionais buscam outras oportunidades. Muitas vezes, a resposta vem de uma pergunta bem simples: "O que está faltando aqui para você?". Daí, sim, objetivamente, é possível entender a razão da insatisfação dos seus talentos. Encoraje, portanto, os seus profissionais a compartilhar suas preocupações.

O líder, por sua vez, deve também partilhar as suas angústias com os funcionários. Desta forma, o diálogo efetivo acontece, favorecendo a abertura e o aumento da confiança entre todas as partes envolvidas.

Além disso, é importante tratar os colaboradores de forma justa e respeitosa. Eles são os melhores ativos da empresa, portanto, deve-se protegê-los e alimentá-los, mostrando o quão importante são suas contribuições para a companhia, honrando os compromissos assumidos e esclarecendo as questões quando não for possível executá-los e por qual razão. Desta maneira, cria-se um ambiente de confiança.

Outro ponto importante, principalmente para as novas gerações, é criação de um ambiente de aprendizagem, onde o profissional possa sempre buscar e alcançar todo o seu potencial.

Quando um profissional considera a possibilidade de trocar de emprego é porque as opções que a outra organização oferece são mais interessantes. As preferências que fazem este profissional buscar um novo caminho normalmente surgem da combinação financeira e a não financeira. Em seguida os demais fatores mais avaliados são o clima do ambiente de trabalho e a possibilidade de crescimento profissional, entre outros.

Logo, três fatores se mostram muitos importantes para a retenção de talentos. São eles: o alinhamento dos valores das pessoas com os valores das empresas, a autonomia de decisão e desenvolvimento, e a maestria. Quando um profissional enxerga essas vertentes será muito difícil ele procurar outro trabalho. Lógico que muitas pessoas mudam de emprego por conta dos salários, mas em muitos casos este não é o fator determinante, e sim o conjunto de benefícios não financeiros junto com uma melhor qualidade de vida.

Pode parecer inacreditável, mas ainda hoje existe uma falta de senso do que é realmente um bom ambiente, de um relacionamento saudável com colegas e líderes e, principalmente, das empresas entenderem que as pessoas são também feitas de emoções. Saber, portanto, tratá-las, também levando em conta este âmbito, é fundamental tanto para o bom desempenho individual de cada funcionário como o coletivo.

No panorama geral as empresas e seus líderes têm dificuldades em tratar as pessoas e se sentem mais confortáveis em lidar apenas com o dinheiro. Mas a partir do momento em que o profissional encontra dentro da empresa "a sua casa", no sentido de unir os fatores financeiros e os não financeiros, não há razão para ele sair em busca de novos rumos. Este é o desafio definitivo.

*Timothy Altaffer é presidente da Axialent no Brasil, empresa de consultoria organizacional


Fonte: Revista Você RH 

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Despertar Desenvolvimento Humano: Evento

Despertar Desenvolvimento Humano: Evento: Treinamento: Recrutamento & Seleção por Competências - Joinville - Março/2012

Despertar Desenvolvimento Humano: Evento

Despertar Desenvolvimento Humano: Evento: Treinamento: Recrutamento & Seleção por Competências - Joinville - Março/2012

Despertar Desenvolvimento Humano: Evento

Despertar Desenvolvimento Humano: Evento: Treinamento: Recrutamento & Seleção por Competências - Joinville - Março/2012

Despertar Desenvolvimento Humano: Evento

Despertar Desenvolvimento Humano: Evento: Treinamento: Recrutamento & Seleção por Competências - Joinville - Março/2012

Despertar Desenvolvimento Humano: Evento

Despertar Desenvolvimento Humano: Evento: Treinamento: Recrutamento & Seleção por Competências - Joinville - Março/2012

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Evento


Objetivos / Justificativas: Possibilitar que o participante aprimore, de maneira prática,  sua habilidade  em realizar processos de recrutamento e seleção mais eficazes, identificando os profissionais com o perfil certo para a vaga certa, no tempo certo.
Programa / Conteúdo: 
- Como definir o perfil do ocupante
- O que é competência
- Como elaborar um perfil de competência
- Os testes de personalidade mais indicados
- Como escolher e utilizar dinâmicas de grupo com foco em competências em processos de seleção
- Entrevistas com foco em competências
- Exemplos de perguntas que devem ou não serem feitas em entrevistas
- Como desenvolver uma entrevista comportamental com foco em competência
- Apresentação de outras ferramentas que também podem ser utilizadas no processo de recrutamento e seleção.
 
Carga horária: 9h
Público alvo: profissionais de recursos humanos e gestores de pessoas que participam de processos de recrutamento e seleção.

Nome do ministrante: Anelane Duarte
Currículo: É diretora e consultora da Despertar Desenvolvimento Humano. Atua como  facilitadora de workshop’s, cursos, seminários e palestras. Realiza análise de potencial através da ferramenta MBTI®. Formada em Administração de Empresas, MBA em Gestão de Pessoas pela FGV - SP e Pós Graduada no Curso de Coordenação de Dinâmicas de Grupos pela SBGD – Sociedade Brasileira de Dinâmica de Grupos – SC. Possui mais de 15 anos de experiência em empresas nacionais e multinacionais em Gestão de Recursos Humanos com atuação  nos subsistemas Treinamento e Desenvolvimento, Cargos e Salários, Comunicação, Benefícios, Recrutamento e Seleção e Administração de Clima Organizacional.
Data: 19 a 21 de Março
Horário: 19h30min às 22h30min

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Oportunidades em empresa localizada em Araquari

- Assistente de RH
Formação: Superior ou cursando: Administração ou afins
Experiência mínima 1 ano na área de RH e algum conhecimento na área fiscal


- Assistente de Faturamento 
Formação: Superior ou cursando: Administração ou afins
Experiência mínima de 2 anos em faturamento e em rotinas administrativas

Interessados: cv@despertardh.com.br

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Oportunidade Compras

Oportunidade: Comprador (empresa de grande porte - zona norte Jllle)

Interessados: enviar cv com pretensão salarial para selecao@segurrh.com.br

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Mais Oportunidades

PROGRAMADOR (BLUMENAU/SC)

Superior completo em Ciências da Computação ou Sistemas de Informação;

Experiência em manutenção, desenvolvimento e análise de sistemas na plataforma Microsoft, linguagem VB 6.0 ou Delphi.

Vivência no desenvolvimento de sistemas na plataforma Microsoft, linguagem VB6. 0 ou Delphi, C# .NET e conhecimento SQL Server e UML.

Horário: de 2ª a 6ª feira das 08h00h – 12:00h e das 13:30h – 18:00h.

Salário: Estamos trabalhando com as pretensões salariais dos candidatos.

Benefícios: VR, VT, Plano de Saúde, Plano Odontológico, Seguro de Vida em Grupo, Reembolso Certificação Técnica (Conforme Política) e Auxilio Educação (Conforme Política).





ANALISTA DE SISTEMAS (BLUMENAU/SC)



Superior completo em Ciências da Computação ou Sistemas de Informação;

Forte experiência no desenvolvimento e análise de sistemas em VB, C#, .NET, SQL; Conhecimento avançado em linguagem SQL, SQL Server (2000 a 2008) e plataforma .NET e liguagem C# e/ou VB.



Horário: de 2ª a 6ª feira das 08h00h – 12:00h e das 13:30h – 18:00h.



Salário: Estamos trabalhando com as pretensões salariais dos candidatos.



Benefícios: VR, VT, Plano de Saúde, Plano Odontológico, Seguro de Vida em Grupo, Reembolso Certificação Técnica (Conforme Política) e Auxilio Educação (Conforme Política).





ANALISTA/DESENVOLVEDOR DE SISTEMAS (FLORIANÓPOLIS/SC)



Superior completo em Ciências da Computação ou Sistemas de Informação

Atuará com a manutenção, desenvolvimento e análise de sistemas na plataforma Microsoft, linguagem VB 6.0 ou Delphi.

Experiência em OO (orientação objeto), UML, Delphi, VB 6.0, C#.NET, linguagem SQL, disciplinas da engenharia de software, modelo CMMi.



Horário: de 2ª a 6ª feira das 08h00h – 12:00h e das 13:30h – 18:00h.



Salário: Estamos trabalhando com as pretensões salariais dos candidatos.



Benefícios: VR, VT, Plano de Saúde, Plano Odontológico, Seguro de Vida em Grupo, Reembolso Certificação Técnica (Conforme Política) e Auxilio Educação (Conforme Política).





COORDENADOR DE PROJETO DE DESENVOLVIMENTO (FLORIANÓPOLIS/SC)



Superior completo em Ciências da Computação, Sistemas de Informação e/ou Tecnologia da Informação;

Desejável Pós Graduação em Gestão de Pessoas, Gestão de Projeto, Gestão de Desenvolvimento de Software, Gestão Empresarial ou Gestão Pública;

Conhecimento em Sitemas de Tecnologia da Informação, Processo de Engenharia de Software, Gestão de Projetos, Modelos de Qualidade e Metodologias relacionadas a Gerência de Projeto (PMBOOK, CMMI, SCRUM), Práticas de institucionalização de processo e mudança de cultura;

Habilidade com Técnica de Negociação.



Interessados encaminhar currículo para cristiane.meireles@cetil.com.br com pretensão salarial.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Oportunidades


Prezados Colegas,

Compartilho a seguir algumas oportunidades que recebi através do Linkedin.

Abraços e sucesso,
Anelane Duarte


EXECUTIVO DE VENDAS

Formação completa em Engenharia, conhecimento do mercado Siderúrgico de Aços Planos. Inglês avançado e conhecimento do SAP.


PSICÓLOGA

Formação completa, conhecimento em Recrutamento e Seleção, entrevistas, aplicação e correção de testes, elaboração de laudos.


COORDENAÇÃO/GERÊNCIA

COORDENADOR DE LOGISTICA - Formação superior, conhecimento na área em Indústrias de médio porte.

GERENTE GERAL: Ensino médio, conhecimento no varejo,(supermercados) liderança de equipes, gestão de resultados .

ENCARREGADOS DE: OPERAÇÕES, SEGURANÇA, MERCEARIA, PERECÍVCEIS (Ensino médio completo, vivência com liderança de equipes, gestão de resultados)

ANALISTAS/ESPECIALISTAS

ASSISTENTE DE DIRETORIA – Superior em Administração, conhecimento em rotinas administrativas e suporte comercial. Inglês intermediário.

ASSISTENTE FISCAL: Superior em áreas afins, conhecimento nas rotinas inerentes ao cargo.

DESENHISTA – Superior ou técnico na área mecânica . Desejável conhecimento em nível pleno em desenho técnico mecânico e AutoCad 2D, processos de fabricação (caldeiraria), Solid Edge,

VENDEDOR (FB): Formação Engenheira, conhecimento em Engenharia de Projetos de Fábricas de Rações e vendas de Equipamento Rações. Conhecimento Técnico de Diagramação de Fábrica de Ração. Inglês em nível avançado. Domínio técnico de fábrica de rações. Desafios de iniciar novos mercados e criar rede de novos clientes.

VENDEDOR (CS) - Curso Técnico ou Superior em Engenharia, conhecimento em Leitura e interpretação de desenhos técnicos Mecânicos, elementos de máquinas, processos de fabricação. Inglês Intermediário, Alemão (desejável) Para atuar com Identificação de peças e componentes, preparação de ofertas comerciais, atendimento aos clientes, apoio técnico aos profissionais de campo.

Cadastre-se no site: www.peopleservice.com.br ou envie seu curriculum por e-mail para: joinville@peopleservice.com.br ou peopleservicerh@gmail.com


segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Benchmark

VIRANDO O JOGO - Graças a um plano que aumentou o envolvimento dos funcionários, a Nivea reduziu pela metade seu índice de Rotatividade.


O DESAFIO – Em 2005, a Nivea alcançou um recorde negativo. A empresa encerrou o ano com um índice de evasão de 30%, o dobro da média do mercado. Era uma situação inviável para uma companhia que havia planejado dobrar o faturamento até 2010. Se permanecesse nesse ritmo, em três anos praticamente todos os funcionários teriam sido trocados. O curioso é que, ao sair, as pessoas diziam que gostavam da companhia. “Elas iam embora porque não viam possibilidade de desenvolvimento”, diz Mônica Longo, diretora de recursos humanos. Era fundamental não só aumentar a satisfação dos funcionários, mas também oferecer a cada um a chance real de crescer.


A SOLUÇÃO – Para virar o jogo no curto prazo, a Nivea lançou, no começo de 2006, um plano organizacional que procurava valorizar e estimular os funcionários. A organização optou por atacar em seis frentes, todas elaboradas pelo RH. Para começar decidiu trabalhar o desenvolvimento profissional. Foi criado um plano de carreira e o processo de avaliação de desempenho foi revisado. Chefes passaram a analisar a performance de seus subordinados – e vice-versa. Os empregados receberam uma lista de objetivos a cumprir e seriam valorizados de acordo com o que haviam realizado. O segundo ponto foi a criação de um organograma para os 350 funcionários, do presidente ao contínuo. Para ficar sempre atualizado, a cada seis meses o organograma seria refeito. “Com isso, as pessoas reconheceram melhor o seu papel dentro da Nivea”, diz Mônica.


A terceira ação revelou-se fundamental no aumento do grau de envolvimento. Duas vezes por mês, o presidente, Nicolas Fischer, passou a reservar sua agenda para tomar café da manhã com um grupo de 12 funcionários. Selecionadas por área de atuação e sem distinção de nível hierárquico, as equipes têm total liberdade para falar sobre o que bem entendem, dos negócios da empresa a questões pessoais. O acesso ao presidente mexeu com o brio do grupo. “Você percebe neles o orgulho, a vontade de fazer parte”, afirma Mônica Longo Diretora de RH. Para reforçar o nível de comprometimento, o RH introduziu a disseminação da missão, visão e valores da companhia. E não parou por aí.


Os subsídios à educação, que antes eram restritos aos gestores, passaram a ser oferecidos a todos – desde que seja comprovada a importância do curso para o desenvolvimento profissional. Para estimular a mobilidade, a Nivea também organizou o recrutamento interno. Hoje, antes de contratar alguém de fora, a companhia olha para dentro. Até o ambiente físico sofreu modificações. Localizada na capital paulista, a Nivea ocupa dois andares muito charmosos, com direito a orquídeas espalhadas por toda a área. Esse capricho também entra como plano de ação para segurar seus talentos.


O RESULTADO – Em 2008, pouco mais de dois anos da implantação do plano, a rotatividade caiu praticamente pela metade – para 17%. Em 2007, houve 146 movimentações internas (mudanças de um departamento para outro, para promover o aprimoramento profissional) e 43 promoções – o dobro de dois anos antes. Em termos financeiros, os resultados também vieram. A meta definida pela matriz alemã, de crescer 15% no faturamento em 2007, foi cumprida pela subsidiária brasileira. A resposta dos funcionários também chegou. Em 2008, pela primeira vez, a Nivea figurou no Guia VOCÊ S/A-EXAME – As Melhores Empresas para Você Trabalhar.




Fonte:
COLEÇÃO VOCÊ RH. MELHORES PRÁTICAS EM GESTÃO DE PESSOAS; EDITORA ABRIL, 2010. EDIÇÃO 1. VOLUME 1. p. 27-30.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Estágio
















Perfil da Vaga:
 
Formação: Adm, Mkt ou afins (cursando o 2o. ou 3o. ano)

Atividades: Prospeção de novos clientes, via telefone / internet.

Competências: boa comunicação verbal, boa dicção, habilidade em falar ao telefone, agilidade e iniciativa.


Período: manhã ou tarde (1/2 período)


Bolsa auxílio + vale transporte

Interessados: cv@despertardh.com.br